terça-feira, 5 de julho de 2011

Sede


A sede e a fome aumentam a cada dia
Minha alma pouco a pouco se esvazia
Se tornando um buraco negro, sem vida,
Um câncer, um monstro, um homicida

Procuro pela noite quem eu irei drenar
Essa sede de vida, de sangue, de energia
Me transforma nisso tão logo finda o dia
Uma criatura com o mal a se acentuar

Peço todos os dias de minha eternidade
Que esse triste pesadelo chegue ao fim
Afastando da minha alma essa maldade
E que a humanidade vença em mim

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